Livaral Livros no varal,
ideias no ar.

Antes de o Livaral existir,

existiam esses
dois cadernos.

O caderno Muito Além da Capa e o diário de leituras

Às vezes eu penso que o Livaral nasceu menos como um perfil literário e mais como uma tentativa de aprofundar as minhas leituras. Esses cadernos guardam o começo de tudo.

29 de dezembro de 2019

Foi quando comecei a anotar o que achava dos livros que lia.

Sem pensar em compartilhar. Só porque eu não queria esquecer o que os livros tinham provocado em mim.

Capa do diário de leituras
Abertura do diário: Minhas leituras

O primeiro caderno foi um diário de leitura enviado pela TAG. Quarenta páginas, todas preenchidas. Começou com O Complexo de Portnoy, de Philip Roth.

A primeira ficha do diário: O Complexo de Portnoy
A primeira ficha: O Complexo de Portnoy.

Quando ele acabou

Comprei outro: “Muito Além da Capa”.

Página do caderno Muito Além da Capa
Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak

Nesse segundo caderno, registrei cerca de 170 livros, com os meus pensamentos sobre cada leitura. Em algum momento, pensei que talvez fosse interessante organizar tudo isso no Instagram.

Aí surgiu o Livaral

Comecei a postar as leituras na ordem em que tinham acontecido.

Como se o perfil fosse uma continuação dos cadernos. Só que pública. Desde então, as novas leituras passaram a entrar direto no Instagram.

Missão cumprida

O passado finalmente alcançou o presente.

Durante muito tempo existiu um descompasso: as leituras novas entravam direto no Instagram, enquanto as antigas esperavam a vez de sair do papel. Foram cinco anos nesse processo lento de passar todo o conteúdo dos cadernos para o formato digital.

Hoje as 341 leituras estão aqui, penduradas no mesmo varal.

No fundo, o Livaral começou assim: uma pessoa lendo, pensando demais sobre os livros, e anotando tudo à mão.

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