Maryse Condé · França · @editorarosadostempos
Leitura fácil e fluente. Livro já começa com ritmo intenso, vários acontecimentos e a protagonista é muito carismática. Frases “limpas” e com muito significado. Sobre racismo, mas sobretudo sobre feminismo. Curioso é que ela foi julgada como “bruxa”, mas no fundo realmente era uma bruxa. Faz pensar sobre o significado das coisas. É um livro sofrido, mas ao mesmo tempo não é triste. Você sente a dor, mas não é apelativo. Também uma crítica muito forte à sociedade e como as pessoas podem ser cruéis e injustas.