Tanguy Viel · França · @radiolondres
Leitura fácil e direta. Creio que o livro seja mais sobre a relação entre pai e filho e a parentalidade do que sobre justiça ou vingança. A impressão é de que Martial Kermeur fez o que fez para se redimir com o filho e assumir suas responsabilidades como pai, finalmente. Ou talvez eu tenha interpretado desse modo por que é o aspecto do livro mais semelhante à minha condição? Gostei das reflexões também sobre justiça e o direito - o que é o direito? O que seria o justo nessa história? Achei um pouco forçado o personagem do juiz - não pareceu muito convincente a postura muito condescendente dele…