Fernando Aramburu · Espanha · @intrinseca
Tive certa dificuldade de engrenar, mas depois gostei muito. As personagens são muito bem construídas. A técnica de variar o enfoque e inclusive o narrador vai construindo uma narrativa mais complexa. Aproveitei para conhecer melhor o País Basco e o ETA. Incrível como o orgulho e questões políticas afastam as pessoas.
“Você se esforça muito para dar um sentido, uma forma, uma ordem à sua vida, e no fim das contas a vida faz o que bem entende com você”
p. 211 · uma de 8 frases marcadas neste livro
Palavras. Não há como tirá-las da cabeça. Elas não deixam a gente ficar realmente sóp. 27
Sua terra: os filhos, que sejam felizes; o resto é secundáriop. 169
Bittori e Miren parecem espelhadas. Ambas são devotadas aos filhos. Bittori não é particularmente política, mas vira fanática por apoio ao filho. Quando Gorka se revela gay, ela supera suas convicções e também o acolhe. Ou seja, age sempre em nome dos filhos” (xx)
Pelo meu filho, eu me meto onde for precisop. 244
… poderíamos ter umas comportas no canal do ouvidop. 423
Você se esforça muito para dar um sentido, uma forma, uma ordem à sua vida, e no fim das contas a vida faz o que bem entende com vocêp. 211
Se eu não sou o povo basco, pois me diga quem ép. 331
É o preço que se paga para viver com tranquilidade no país dos caladosp. 366