A. J. Lees · Reino Unido · @nottinghilleditions
O autor é a maior autoridade do mundo em mal de Parkinson, mas ainda arranja tempo para se dedicar a outros interesses. Interessante ver o Brasil a partir da perspectiva de um estrangeiro e pensar no impacto de pequenas lembranças em nossa vida. Ele desmistificou a história do Cel. Fawcett, que parece ter sido um místico. Gostei de descobrir a interpretação de “Brazil” do maestro Xavier Cugat.
“I realised that what I had seen with my own eyes could never compete with the flashbacks of my dead past”
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The town was full of people like us who would never become rich, powerful, or importantposição 85
I was in love with an abundance of absence. The Brazil of my bedroom was an untouched, luxuriant planet bisected by a wide river, a place of blanks and guesses. It was a geography of unavailability that insulated me from my first failures, a haven of mystery beyond the scope of chartsposição 168
Nothing was known, everything was possibleposição 217
I realised that what I had seen with my own eyes could never compete with the flashbacks of my dead pastposição 1365