Gabriel García Márquez · Colômbia · @editorarecord
Lido com o @clube.nomad. Adorei. É uma história muito bem contada, que mistura turismo, encontros e desencontros com boas reflexões sobre o amor e sobre as escolhas que fazemos ao longo da vida.
Gostei especialmente da construção da narrativa. O livro começa pela perspectiva de Juvenal e só depois passa para Florentino, o que muda bastante a maneira como enxergamos a história. Fiquei mais envolvido com a parte inicial, mas o livro mantém o interesse até o fim.
E adorei a passagem dos dois no navio, seguindo juntos, quase como se pudessem permanecer ali eternamente. É um final bonito, que combina muito bem com tudo o que o livro vinha dizendo sobre o amor.
“O problema do casamento é que se acaba todas as noites depois de se fazer o amor, e é preciso tornar a reconstruí-lo todas as manhãs antes do café”
p. 261 · uma de 7 frases marcadas neste livro
A sabedoria nos chega quando já não serve pra nadap. 39
Seu estado não se parecia com as desordens do amor e sim com os estragos do cólerap. 82
Na cidades não nos matam com tiros, e sim com decretosp. 97
A leitura se tornou para ele um vício insaciávelp. 98
Só me dói morrer se não for de amorp. 212
O problema do casamento é que se acaba todas as noites depois de se fazer o amor, e é preciso tornar a reconstruí-lo todas as manhãs antes do cafép. 261
É incrível como se pode ser tão feliz durante tantos anos, no meio de tanto bate-boca, tantas chateações, porra, sem saber de verdade se isso é amor ou nãop. 5382