Amós Oz · Israel · @companhiadasletras
Não gostei. Li pela volta ao mundo literária e sofri para terminar. No finalzinho até que ficou interessante, com o triângulo Yoni, Rimona e Azaria, mas achei muito extenso, e o estilo de fluxo de consciência não me agradou neste caso. Outro aspecto positivo foi a discussão sobre a individualidade e a realidade dos kibutz.
“O particular não é propriedade do geral, não é propriedade dos pais nem propriedade do kibutz e nem mesmo, perdão por este meu pequeno atrevimento, nem mesmo propriedade do Estado”
p. 305 · uma de 8 frases marcadas neste livro
Acabaram-se as concessões. A partir de agora começa uma nova históriap. 16
Esta é a minha vida e não tenho uma segunda vida a não ser esta que passa e passa e passa (...)p. 32
Cada caso é um caso e cada pessoa é um mundo inteirop. 55
Vocês me deram tudo, mas tomaram o troco, como agiotas que emprestam a jurosp. 226
O particular não é propriedade do geral, não é propriedade dos pais nem propriedade do kibutz e nem mesmo, perdão por este meu pequeno atrevimento, nem mesmo propriedade do Estadop. 305
Dever que todos nós temos de não acrescentar dor à dor que já existep. 322
O tempo tudo pulverizap. 384
A crueldade está plantada em todos nósp. 393