Erico Verissimo · Brasil · @companhiadasletras
Gostei da leitura e da personagem Clarissa, muito bem construída. Mas é um romance das antigas. Parece que ficou muito datado. As preocupações das personagens e o contexto da vida são muito particulares de uma época. Há um prefácio escrito por Erico Verissimo trinta anos depois da publicação do livro, em que ele próprio é muito crítico. Fiquei um pouco incomodado com as descrições muito longas das cenas.
“Clarissa é música, é poesia, menina e moça - olhos abertos para o mistério da vida, alma que amanhece”
p. 97 · uma de 7 frases marcadas neste livro
Por que será que a vida parece melhor e mais bonita de manhã quando há sol, vento fresco, céu azul?p. 25
O que mata esse país é o pessimismop. 44
Todos têm um segredo, todos têm um mistério - pensa Clarissap. 65
A coisa mais triste do mundo é a gente ser gordap. 94
Enfim, a vida tem momentos brilhantes que compensam a dor de viverp. 123
Clarissa é música, é poesia, menina e moça - olhos abertos para o mistério da vida, alma que amanhecep. 97
Na pensão de D. Zina a vida rola. As mesmas caras, os mesmos ruídos, as mesmas vozesp. 176