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Notre-Dame: a história de uma catedral

Ken Follett · Reino Unido · @editoraarqueiro

Período
2 mar
1 dia
Tempo de leitura
1h01
cerca de 61 min por dia
Páginas
111
kindle
Ritmo
109 p/h
páginas por hora
Nota
★★★★★
4 de 5

Ganhei este de Natal, já pensando na viagem a Paris e a visita à Notre-Dame. É uma declaração de amor à catedral. Ken Follet atingiu a fama com Os Pilares da Terra, que trata da construção de uma catedral medieval. Virou especialista no tema. Com o incêndio da Notre-Dame, resolveu agir. Foi a Paris acompanhar as obras e escreveu esse livro, revertendo seus direitos para a reconstrução. É também uma declaração de amor à literatura. Relata que O Corcunda de Notre-Dame, de Victor Hugo, foi responsável por uma grande reforma na catedral, cuja manutenção estava abandonada. Aprendei que a Notre-Dame foi a quinta igreja a ser erguida naquele local. Também gostei da narrativa sobre a missa rezada em 1944 a mando de Charles De Gaulle, num teatro político que lhe garantiu o posto de líder da França após a guerra.

Frase marcada

“Nossa segunda reação, à medida que nos aproximamos, geralmente é de perplexidade. Parece complicado demais para ser compreendido”

posição 66 · uma de 9 frases marcadas neste livro
Todas as frases marcadas
  1. A indignação de Victor Hugo se estendeu para outras pessoas. O governo, então, decidiu agirposição 44
  2. Para mim, uma catedral é a expressão do que as pessoas são capazes de alcançar quando trabalham em conjuntoposição 71
  3. A Notre-Dame sempre pareceu eterna, e o responsáveis por sua contrução na Idade Média sem dúvida acreditavam que ela duraria até o Juízo Final. Mas, de repente, vimos que ela poderia ser destruídaposição 13
  4. Para mim, não fazia nenhum sentido ficar em casa. Eu admirava demais a Notre-Dameposição 15
  5. O mestre de obras concluiu que o teto estava pesado demais, e a solução encontrada acabou sendo bastante oportuna: para reforçar as paredes, ele acrescentou os elegantes arcobotantes que hoje tornam a vista da fachada leste tão encantadora, como se fosse um bando de pássaros levantando vooposição 28
  6. Para contar sua história cheia de cores, repleta de confrontos raivosos e de crises intermináveis, Victor Hugo desenvolveu um estilo de extraordinária vivacidade e força, com musculatura suficiente para suportar o peso de todo aquele melodramaposição 41
  7. Os escritores de romance do século XIX passaram a se sentir à vontade para interromper o andamento de suas tramas e inserir longas passagens com descrições e opiniões pouco relevantesposição 43
  8. Nossa segunda reação, à medida que nos aproximamos, geralmente é de perplexidade. Parece complicado demais para ser compreendidoposição 66
  9. Eu acredito que o sucesso de um romance se mede pela intensidade com que toca o coração do leitorposição 73
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