Philip Roth · EUA · @companhiadasletras
Este foi o oitavo livro que eu li do Philip Roth (vencedor do prêmio Princesa das Astúrias em 2012; então vale para o #desafiolivrada2022). Mantive a tradição dos últimos três anos de iniciar o ano lendo um livro dele. Zuckerman Unbound foi publicado em 1981 como um romance autônomo, mas depois Roth resolveu reunir quatro obras em um volume chamado Zuckerman Bound (Zuckerman Acorrentado) - é assim que está publicado hoje no Brasil. Este livro é o segundo, em sequência a O Escritor Fantasma. Nathan Zuckerman é um alterego de Roth. Este livro trata basicamente da fama, de como lidar com a exposição e do que as pessoas esperam de nós. Roth tem uma capacidade incrível de narrar histórias paralelas e depois amarrar tudo ao final. Durante a leitura, fui pensando que gostava mais do livro anterior (The Ghost Writer). Mas depois fiquei em dúvida. O último capítulo tem algumas reflexões muito interessantes sobre a relação pai/filho, sobre consciência, deveres e como viver a vida. Li quase todo o livro em inglês, mas nessa parte final tive uma dificuldade de compreensão e reli o último capítulo em português. Foi interessante também para avaliar a tradução.
“You are no longer any man’s son, you are no longer some good woman’s husband, you are no longer your brother’s brother, and you don’t come from anywhere anymore, either”
posição 2504 · uma de 4 frases marcadas neste livro
They had mistaken impersonation for confession and were calling out to a character who lived in a bookposição 112
There’s nothing to do about what people think, except to pay as little attention as possibleposição 764
He couldn’t stop thinking about her, but that was an improvement over trying to take in what people were thinking, saying, and writing about him - there is such a thing as self-satiationposição 1102
You are no longer any man’s son, you are no longer some good woman’s husband, you are no longer your brother’s brother, and you don’t come from anywhere anymore, eitherposição 2504